Filme de macho por excelência. Possui todos os ingredientes para um cinema físico de alta qualidade. Roteiro objetivo (contém umas reviravoltas, mas todas dentro de um contexto lógico, nada muito mirabolante), cenas ação em potência máxima e o ator mais macho da sétima arte: Charles Bronson. Além de contar com a presença do eterno Kojac, Telle Savalas. Bronson vive um assassino traído profissionalmente e sentimentalmente, buscando a aposentaria da vida de matança. Mas em Violent City, faz um papel diferente, ao invés do assassino frio e sem piedade, seu personagem é mais humano, apaixonado, que hesita antes de apertar o gatilho, claro que no final das contas, a piedade fica de lado e a bala come pra todo lado. Destaque para a bela e brutal cena do final no elevador, com o uso câmera lenta e enquadramentos dignos de um mestre do cinema de ação: Sergio Sollima, um dos grandes nomes do Western Spaggetti italiano, sem contar com o acompanhamento musical marcante de Ennio Morricone. Ta bom ou quer mais?
30 de outubro de 2007
Violent City, aka Città violenta (1970), de Sergio Sollima
Filme de macho por excelência. Possui todos os ingredientes para um cinema físico de alta qualidade. Roteiro objetivo (contém umas reviravoltas, mas todas dentro de um contexto lógico, nada muito mirabolante), cenas ação em potência máxima e o ator mais macho da sétima arte: Charles Bronson. Além de contar com a presença do eterno Kojac, Telle Savalas. Bronson vive um assassino traído profissionalmente e sentimentalmente, buscando a aposentaria da vida de matança. Mas em Violent City, faz um papel diferente, ao invés do assassino frio e sem piedade, seu personagem é mais humano, apaixonado, que hesita antes de apertar o gatilho, claro que no final das contas, a piedade fica de lado e a bala come pra todo lado. Destaque para a bela e brutal cena do final no elevador, com o uso câmera lenta e enquadramentos dignos de um mestre do cinema de ação: Sergio Sollima, um dos grandes nomes do Western Spaggetti italiano, sem contar com o acompanhamento musical marcante de Ennio Morricone. Ta bom ou quer mais?
Filme de macho por excelência. Possui todos os ingredientes para um cinema físico de alta qualidade. Roteiro objetivo (contém umas reviravoltas, mas todas dentro de um contexto lógico, nada muito mirabolante), cenas ação em potência máxima e o ator mais macho da sétima arte: Charles Bronson. Além de contar com a presença do eterno Kojac, Telle Savalas. Bronson vive um assassino traído profissionalmente e sentimentalmente, buscando a aposentaria da vida de matança. Mas em Violent City, faz um papel diferente, ao invés do assassino frio e sem piedade, seu personagem é mais humano, apaixonado, que hesita antes de apertar o gatilho, claro que no final das contas, a piedade fica de lado e a bala come pra todo lado. Destaque para a bela e brutal cena do final no elevador, com o uso câmera lenta e enquadramentos dignos de um mestre do cinema de ação: Sergio Sollima, um dos grandes nomes do Western Spaggetti italiano, sem contar com o acompanhamento musical marcante de Ennio Morricone. Ta bom ou quer mais?
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4 comentários:
Nunca ouvi falar desse filme, mas a indicaçao ta mais do que anotada.
A cena do elevador é um dos momentos mais perfeitos do cinema policial italiano. Antológico!
O único defeito desse filme, na minha opinião, é a Jill Ireland. Ela era péssima atriz, uma Erika Blanc ou Rosalba Neri naquele papel teria convencido mais.
Putz... até a última linha estava em dúvida quanto ao empenho de assistir o filme. Porém quando li o nome mágico "Enio Morriconi" acabaram minhas ressalvas. Heheh!
Valeu pela dica!
Tá bão demais da conta, sô!
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